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Mostrando postagens de Agosto, 2011

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Assassinato na Praça Padre Miguel em Itu.

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"A praça é do povo assim como o céu é do condor"... citando Castro Alves, Camões e outros grandes nomes das letras portuguesas, Dr. Airton Luiz Zamignani tentou em vão convencer os jurados da cidade de Itu, a desqualificar de tentativa de homicídio um crime ocorrido na Praça Padre Miguel na noite de 07 de junho de 2007.

Naquela ocasião, um jovem conhecido como "Broto" (Anderson Messias Souza), pertencente ao grupo dos hemos do centro, discutiu com uma garota que no decorrer do julgamento foi apresentada em vários momentos como sendo dada ao uso excessivo de álcool e que teria juntamente o "Rafa do corsinha" envolvida no tráfico de drogas.

Durante a discussão entre Broto e a garota, Cauani Braga dos Santos, na ocasião soldado do 2º GAC AP, se interpôs pedindo calma ao rapaz. Mas Anderson de imediato desferiu-lhe duas facadas, e ao tentar fugir foi atingido mais uma vez. Broto foi desarmado por outros rapazes que lá estavam, e foi espancado até a chegada d…

Condenado por assassinato por dirigir embriagado.

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O Tribunal do Júri da cidade de Itu considerou por seis votos a um que o ex-caminhoneiro Aguinaldo Rogério Saroba é culpado pela morte de José Carlos Galdino, além disso aceitou também a tese do Ministério Público que pediu sua condenação por homicídio doloso, isto é, aquele que se tem a intenção de matar, pois ao dirigir embriagado assumiu o risco de causar o acidente.

Na Rodovia Castelo Branco, por volta das 17h20m do dia 08 de janeiro de 2005, Aguinaldo dirigia de maneira perigosa um caminhão seguindo em sentido capital-interior, mudando bruscamente de pista várias vezes e aparentemente jogando seu veículo contra os demais. Testemunhas afirmaram que Aguinaldo se dirigiu para o acostamento sem diminuir a velocidade.

Após atingir José Galdino e ver o corpo ser jogado por cima do veículo, prosseguiu viagem, mas um advogado que já acompanhava a vários quilômetros as imprudências do caminhoneiro, e muito antes do acidente já pedia pelo celular providências para a concessionária Rodovia…

A busca por Alex, o ladrão de ônibus de Itu.

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O escrivão Reinaldo da 1ª delegacia de Itu recebeu a missão de descobrir quem era o tal do Alex que roubava ônibus com o Fernando Ademir Sório na Região Sul da cidade de Itu. Isso foi tudo que o delegado Dr. Antonio Góes Filho lhe disse. Três meses e dois dias depois Reinaldo apresenta ao delegado o nome do suspeito: Alex Santos Almeida, conhecido como Baianinho ou Neguinho, e que morava próximo ao Açougue do Jura.
Buscas são feitas e passados mais três meses Reinaldo está batendo a porta de Alex, que agora mora com seus pais na Rua João Barbieri no Jardim Aeroporto, próximo a Igreja Santa Luzia. Dona Eunice diz que o seu filho não está, mas que o levará até a delegacia, pois está certa que o rapaz nada mais deve. De fato ele esteve preso, mas havia saído à três meses e apesar de ser bastante conhecido nos meios policiais não tinha nenhum envolvimento criminoso com Fernando. Mais tarde na delegacia Alex comparece e confirma as afirmações da mãe:

“Nunca pratiquei nada com o Fernando, e…

O PCC como fruto das condições carcerárias.

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Falar sobre o que ocorre atrás das grades é sempre um desfio, e poucos conseguem de fato retratar o que por lá ocorre sem temer errar ou sofrer represarias. O mundo por trás das muralhas não é assunto para leigos, se bem que todos têm suas opiniões formadas sobre como acha que o Estado deve agir.

Dr. Gerciel Gerson de Lima trata deste assunto com cátedra de quem atuou nove anos no 14º Batalhão da Polícia Militar na cidade de Osasco; primeiramente como segurança nas muralhas do presídio e depois no pelotão de escolta do Fórum. Após deixar os quadros da policia, em 1994, quando foi iniciado o Curso de Direito e, posteriormente, já atuando como advogado na área criminal foi possível de constatar in loco, a situação de calamidade por que passam as instalações e condições carcerárias do estado de São Paulo, além de vivenciar na prática como o Judiciário trata a questão e as normas de exceção não escritas, mas que têm sido aceitas pela prática quando se trata de sistema prisional.

O motivo …

Crime, drogas e amizade na Vila Martins em Itu.

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Hoje eu acordei a fim de falar de amizade. Afinal poucas coisas no mundo são tão importantes quanto a verdadeira e sincera união entre as pessoas, mas como não faço poemas ou elucubrações filosóficas, tentei me lembrar de uma história, e...

Veio-me a lembrança seis personagens da Cidade Nova. Íntimos a ponto de: levarem garotas para “fazer a festa” na casa dos outros; assaltarem; e se drogarem juntos.

Eram: Elizabete Alves (Betinha), Renato Martins Leite (Xuxa), Roberto Dias (Peninha), Zileide Honorato (Zuleika), e dois garotos (digamos que) Saulo Eduardo e Muniz Adalberto.

Na noite do dia 11 de dezembro de 1996, Renato e o primo do Peninha foram a casa deste último com algumas garotas para se divertirem, mas ao sair Renato esqueceu seu documento.

Amizade, drogas e armas. Três são três coisas que criam quando misturadas ainda mais intimidade — não existe nada como um vício ou um segredo para forjar os laços da amizade.

E como tudo o que é forjado a quente tende a se quebrar com violê…

Guardas impedem a entrada do povo na inaugação da igreja.

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Antes de contar esta história tenho que fazer duas ressalvas:
- boa parte do meu conhecimento sobre a história de Itu, chegou-me através da tradição oral, mas sempre atribuirei aqui a autoria ao mestre de todos aqueles que amam a história de nossa cidade, o professor Francisco Nardy Filho, pois muitas das histórias que ouvi acabei encontrando em seus livros; e
- sei que a Guarda Civil Municipal é um fenômeno histórico recente, mas de certo modo a guarda já existia nos tempos d'antanhos, visto que a principal característica da GCM é o fato de estar subordinado ao poder público municipal, e este fato por mim relatado aqui foi decidido e executado pelo governo local.

Pois bem, corria o ano de 1780, para Itu talvez o segundo ano mais importante de sua história, pois foi quando a nova Igreja de Nossa Senhora da Candelária de Itu foi inaugurada. Obra em estilo barroco fruto de um sonho, ou talvez uma visão do padre João Leite Ferraz, que na época, fez construir a maior igreja que seu din…

Pitbulls na Praça do Carmo.

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Quantas e quantas vezes policiais ouviram de proprietários de cães da raça Pitbull: "Ele nunca tinha feito isso antes, nunca atacou ninguém..." e "Não, este cão é calmo, vai da criação...". As reticências são as variações, histórias e explicações, que via de regra, falam do bom relacionamento do cachorro com crianças, idosos, gatos e outros animais. A primeira frase é dita sempre depois que o problema ocorreu e a segunda é dita por aquele que acha que nunca vai acontecer.

Se há preconceito contra animais desta raça, ela é justificada pelos números em nossa cidade. Quase todas as ocorrências envolvendo ataques de cães em Itu, atendidos pela polícia nos últimos anos envolveram Pitbulls.

Todos ainda devem se lembrar do caso em que um senhor morador próximo do centro que ao ver suas galinhas sendo atacadas por um Pitbull veio a falecer, ou o caso das três crianças atacadas na escola.

Em duas ocasiões, guardas civis municipais de Itu foram atacados por animais desta ra…

Rapaz conta que assaltava ônibus para sustentar o vício.

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Fernando é uma daquelas pessoas que ficarão afastadas do convívio da sociedade ituana ainda por algum tempo. A maioria das pessoas não o conhecem, mas ele é prá lá de conhecido dos motoristas e cobradores de ônibus da Viação Itu / Viação Avante. E garanto, eles não estão sentindo falta do jovem que declarou:

Realmente cantei alguns ônibus lá no Jardim Aeroporto. Todo o dinheiro que roubei nos ônibus comprei em droga, pois sou viciado em crack. O que me recordo é que foram mais de dez roubos, sendo que, o máximo de dinheiro que consegui roubar numa vez só, foram setenta reais. Roubei um ônibus perto do posto de saúde; no Parque América; perto da imobiliária, roubei também um ônibus na Praça Quatorze Bis; perto da Escola Sylvia Bauer devo ter roubado dois ou três ônibus... Já fiquei preso um ano por roubar ônibus, mas consegui sair da cadeia. Eu roubava com uma faca de cabo preto. Algumas vezes roubei com o Alex; ele está agora com a perna quebrada devido a um acidente de trabalho na ci…

Um estudo sobre o crime organizado em Itu.

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A análise profunda de uma questão não é algo que está ao alcance de qualquer um, ao contrário, são pérolas raras.

O mundo do crime organizado é um assunto em pauta em jornais, academias, órgãos de segurança, butecos e pontos de ônibus. Mas, apenas um número extremamente restrito de pessoas tem de fato cátedra para falar sobre este assunto. Explanar nossas convicções pessoais é extremamente fácil, mas fazer um estudo profundo sobre este assunto é algo para quem realmente sente prazer visceral em pesquisar e enfrentar desafios.

Do mesmo modo que um policial sente orgulho de suas ações nas ruas e se compraz com os perigos que enfrenta e fazem sua adrenalina explodir, o estudioso orgulha-se desta atividade espiritual cuja função é a de discernir. Sente mesmo prazer nas ocasiões mais triviais em que põe o seu talento em jogo.

Não basta para o sucesso de um estudioso a paixão pelo tema. Uma forte perspicácia tem que fazer parte de seu espírito, tanto que alguns podem até confundir este dom …

Mulher é procurada por assassinato na V. Martins.

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Algumas pessoas têm a chance de fazer o mundo melhor, outras têm a força de vontade ou a perícia para isso, mas poucas vezes vemos todos esses predicados em um único indivíduo, e Elizabete Alves, a Betinha, não esperava encontrar tal pessoa em 2006.

Na manhã de 12 de dezembro de 1995, ela também não pensou em participar do assassinato, mas a noite Peninha já estava morto quando ela estava viajando no cano da bicicleta de Renato Martins Leite, o Xuxa, e foram abordados pela viatura do 4º DP.

O GCM Hélio contou que estava justamente buscando encontrar os dois: Xuxa e Betinha. Ele era suspeito do assassinato de Roberto Dias, o Peninha, e ela pelo envolvimento em diversos assaltos na Região da Cidade Nova.

Foram levados para a Delegacia: o rapaz foi solto mas ela continuou presa.
A garota não se conformou, afinal, Renato é quem puxou o gatilho contra o Peninha e não ela. Na verdade ela ficou presa em cumprimento a um mandado de prisão por outro crime, mas sentindo-se injustiçada Betinha c…

Curso de grafitagem e um caso ituano.

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Data: 17/05/2006 23:51- De: guto
salve salve rapá tamo ai na atividade meu querido lazer pixaçao é pra quem é salve a todos do cada veis mais é tudo nosso firmeza total sacanas itu z/s só os vagabundos nato
Data: 11/05/2006 20:08:24 - De: d2
salve todos q pixa eu d2 salve p/ferraz zl de sampa direto de itu sp pxls eo arrenbenta aqui em itu salve;;;; bi...mesinho;;;; nike;;;;; ratho ...rael;;;;; michellll;;;;; aqui e ton d2 e nois vamos ladrao

O centro histórico da cidade de Itu é alvo de pichações constantes e não existem limites para o espírito de destruição, vandalismo e falta de respeito para com o patrimônio de todos. A sociedade passou a ser conivente quando não é absolutamente avessa a aplicação da lei – alguns consideram isso natural.

O grafite tenta transformar os garranchos rupestres que servem de grafia e assinaturas para os autores das pichações para algo menos primitivo, utilizando cores e temas do HQ, e é isso que se propõe o “Projeto Agosto das Artes” da Prefeitura de Indai…

Talarico mata para fugir da justiça do PCC.

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Ele foi paciente, mas não podia deixar a coisa sair do controle. As mãos negras de seus irmãos pesariam ao açoitá-lo e jogá-lo morto em um lugar qualquer. De onde estava podia ver a beira do precipício no qual seria desovado, cada vez mais próximo, cada vez mais real.

O Lelé, mato-grossense de Mirassol D’Oeste passou muitos momentos tensos em seus trinta anos de idade, mas não iria enfrentar a justiça do Primeiro Partido da Capital PCC 1533 por causa daquelas acusações feitas por Beleza.

O delator havia marcado uma reunião com o “disciplina” da facção, o irmão Narizinho para denunciar Lelé suas aventuras com mulheres casadas, e a lei do PCC pune rigidamente os “talaricos”, e Lelé não iria assistir placidamente sua casa cair.

Beleza não ia denunciar o Lelé por ser o certo, é que ele o conhecia bem Lelé, afinal era o pai da mulher com quem ele morava e iria se casar, ia entregar ele por vingança. Lelé mostraria que com ele não se brinca... mas não poderia fazer o serviço ele mesmo.

Não…

Moacir Cova perde a paciência com Fernando.

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Dr. Antonio Góes Filho, delegado titular da 1ª Delegacia de Polícia de Itu olhava para aquele documento que o investigador de polícia Moacir Cova lhe estendia. Moacir cansou de ver impune Fernando Ademir Sório, um criminoso que se especializou em roubo de ônibus e que em menos de dois meses já tinha praticado de mais de dez ações.

Quando o Investipol ouviu do motorista da Viação Avante a descrição dos jovens que praticaram o delito e o “modus operandi” não teve dúvida que o autor do crime era Fernando e por isso queria que o delegado pedisse ao juiz a prisão preventiva para que fosse feito o reconhecimento e que fosse impedido novos crimes.

O assalto que fez Moacir perder a paciência aconteceu logo depois da meia-noite do dia 03 de março de 2007, na Rua Cel. Lauro Rogério de Araújo, próximo ao centro de lazer do Jardim Aeroporto, quando dois rapazes brancos, um trajando camiseta verde e boné azul e o outro de camiseta e boné vermelhos, entraram no ônibus e o que estava com uma garruc…

Mestre dos meus dias!

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Desvestido de qualquer título acadêmico, no entanto seu saber era inato.

Semeava os grãos do milho – três em cada cova aberta – no tempo certo. Aplicado aluno da natureza, fazia o plantio não antes de setembro, nunca depois de dezembro. Primavera!

Contemplando no céu o sol a pino, dizia, sem soberba: é meio dia!

O crescimento do arrozal nos brejos e nas baixadas era um encanto à vista.

As frágeis ramas verdes se alçavam risonhas, ostentando pencas douradas de grãos. Milagres desabrochados! E ele, olhando placidamente as hastes, murmurava embevecido: está cacheando!

Viera a estas plagas ainda menino! O juramento do imigrante tomado a sério. Lavrou a terra não apenas pela necessidade da sobrevivência, mas por amor e devotamento, ao senti-la generosa e acolhedora. Apostou no seu futuro, se fez professor da enxada, foi aprovado com mérito no vestibular da vida. Nas colheitas copiosas celebrava a formatura!

Do chão semeado vieram sucessivas safras, indispensáveis ao sustendo da prole de d…

Ainda sem punição para mandante do crime.

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O que aqueles rapazes tinham aprendido, acima de tudo, durante os anos que se seguiram ao assassinato do advogado do Ituano Clube Dr. Humberto da Silva Monteiro é que o tiro feriu mais as suas famílias que a própria vítima. Quando o promotor de justiça Luiz Carlos Ormeleze afirmou aos jurados que José Roberto Trabachini, o Zeca, ex-presidente da Torcida Jovem do Ituano, mentiu quando assumiu a autoria do mando do assassinato de Dr. Humberto, eles acharam que ainda tinham chance. O promotor cumpriu a sua parte com o Zeca que confirmou perante o júri que recebeu dois mil reais do vice-prefeito Élio Aparecido de Oliviera (Oliveira Júnior) para atentar contra o advogado Dr. Humberto e o jornalista Josué Soares Dantas Filho – recebendo o benefício da delação premiada. O promotor não poupou palavras para acusar Oliveira Júnior pelo mando do crime, apesar das tentativas feitas pelos advogados do vice-prefeito para incriminar o jornalista Dantas Filho pelo assassinato de seu amigo, Dr. Humberto …

Polícia 24 horas na Praça da Matriz em Itu.

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É improvável que alguém saiba se está agindo corretamente ou não. Errar é uma dádiva que Deus deu ao homem, e é graças às nossas falhas que ganhamos experiência. Se todos erram e isso é bom, o erro é justificável e até positivo, e assim, independente do resultado de uma ação, a decisão de agir sempre será uma atitude positiva. Mas e quando as cicatrizes são causadas em outras pessoas e não naquelas que tomaram a decisão? As marcas do erro sulcando o corpo de uma família que não a do autor da ação?

A partir de hoje a Guarda Civil Municipal de Itu estará deixando seus homens e mulheres, vinte e quatro horas por dia na Praça Padre Miguel – o centro turístico e cultural da cidade. A imprensa local tem noticiado o que acontece por lá a noite nos finais de semana. Vandalismo, pichação, embriaguez, brigas até mesmo algumas mortes ocorreram naquele local. Nas últimas semanas, a polícia militar e a guarda municipal foram alvo do desrespeito dos frequentadores daquele local. No início foram insultos…

Retirem os policiais da praça.

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Todos ituanos passam pela Praça da Matriz. Um símbolo arquitetônico único, não tanto por seus casarões do tempo dos barões do café, ou por sua igreja neoclássica, mas por sua arquitetura humana: o que há de melhor e de pior em nossa sociedade.

No entanto, com o cair da noite, restam apenas os garotos e os desocupados, que não se fazem de rogados, usando e abusando do lugar. São dezenas, ou melhor, centenas de jovens, que se divertem em um ambiênte livre de censura e controle.

Por lá, muitos não dispensam um baseado, distribuído sem dó de mão em mão. Mas mesmo a noite, existem olhos atentos as irregularidades e alguns cidadãos ao presenciar atitudes suspeitas, não se acanham em chamar a Polícia ou a Guarda.

Mas são dezenas de jovens, vários bêbados ou sob o efeito de drogas que não temem em confrontar os milicianos da força pública. O que se pode esperar deste quadro é muita coragem, profissionalismo e sangue frio dos agentes de segurança.

A garotada agora se diverte em atirar nas via…

Praça da Matriz, imprensa e polícia.

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O tempo é o Senhor da razão, hoje vemos a praça de guerra que se tornou a área central da cidade de Itu. Todos os periódicos de nossa região ressaltam as pichações e arruaças que ocorrem por lá. Mas o quanto estes mesmos veículos são a causa do problema?
Jornal Periscópio publicou em sua primeira página o que teria sido um covarde ato de agressão por parte de integrantes Guarda Municipal e da Polícia Militar a um cidadão. Incidente ocorrido na Praça Padre Miguel, na madrugada do dia 8 de junho de 2010.

Segundo declarou a família de Gilberto de Farias, o vendedor teria ido a uma festa por volta das 23 horas e quando retornava a sua residência optou por dormir naquela praça. Instado por um policial militar a deixar o local, se recusou a sair e pronto, confusão armada.

A GCMI e a PM abriram inquéritos para averiguar o ocorrido, mas o tempo fez o seu trabalho e provou de que lado a razão estava. As duas corporações continuaram sim atuando no centro, mas para não serem vítimas novamente…