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Três facas, dois assaltos e uma inimputável em Itu


Itu, 9 de junho de 2009, final de tarde, próximo ao Supermercado Continental (A).

O GCM Rota e o GCM Arlindo abordaram Ana Cristina Nunes que segundo populares estaria em atitude suspeita. Inquirida pela guarnição ela apresentou três facas serrilhadas de cozinha que consigo levava, dizendo que estava indo para sua casa – os guardas sabiam que não era verdade, mas nada se poderiam fazer naquele momento.

Começa a cair à noite quando Lizane vê a última cliente sair da loja e se prepara fechar o comércio quando vê uma mulher que ela não conhece entrar com uma faca e encostar no corpo de sua mãe – a dona da lojinha – e  manda-a esvaziar o dinheiro do caixa.

Ana Cristina estava assaltando o pequeno Bazar e Papelaria União, na Rua João de Toledo Aranha 14 no Jardim União (B), a pouco mais de seiscentos metros donde tinha sido abordada pela viatura da guarda. Não seria o único alvo dela nesta noite.

Antes de sair deu a ordem: “não olhem para onde eu vou e não chamem a polícia!”. Obediente, Lizane não chamou a polícia, ligou para a Guarda Civil Municipal através do atendimento de emergência: 199.

Acionado via rádio, GCM Rota chega ao local e começa a colher os dados quando chega um motoqueiro. Ana Cristina tinha feito mais uma vítima. Leila, comerciante, proprietária da Rio Gás, localizada a poucos quarteirões dali, na Rua Lauro de Souza Lima 221 (C), na Vila Martins, que tinha sido roubada por uma mulher armada de faca.


Lúcifer ajuda a fazer, mas não a esconder. Enquanto os guardas civis passavam os dados para as outras viaturas, Lizane vê no final do quarteirão a ladra (D). – começa a perseguição.

No começo da Rua José Félix dos Santos (E) Ana Cristina encerra sua noite de medo: Tendo roubado oitenta reais da empresa de Lizane e quarenta reais de Leila, ainda estava de posse de cem reais e das três facas, dizendo que entregou os outros vinte reais para um tal de Pelé.

Ao delegado de polícia Dr. José Moreira Barbosa Netto, Ângela Cristina preferiu nada dizer, e este determinou sua prisão. Perante o juiz Dr. Hélio Villaça Furukawa ela assumiu toda a culpa, alegando que pretendia usar o dinheiro para fazer um óculos para um de seus dois filhos, e para provar isso disse que quando foi presa, estava de posse da receita do oculista. Já seu advogado pediu que ela fosse libertada, visto ser La inimputável: Ângela recebe aposentadoria por invalidez, causada por insanidade mental.

O juiz não se convenceu, e espera pacientemente chegar o resultado do laudo pericial feito no dia 13 de outubro. Enquanto isso a Cadeia Feminina de Votorantim tem mais uma visitante.

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