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Integrante do PCC é morto em Colombo no Paraná

A inteligência da PM estava acompanhando um membro do Primeiro Comando da Capital. Já próximo a sua casa, na zona rural de Colombo, na grande Curitiba, foi alcançado pela viatura do BOPE e que partiram para a abordagem. O integrante do PCC, trocando tiros, correu para o matagal, mas levou a pior. — Daniela Borsuk para o ricmais
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Operação Coalizão do Bem e o resgate de Marcola

O governador de São Paulo, João Dória , deve muito ao presidente Bolsonaro . Já se passaram dois anos e quatro meses da transferência de Marcola e de outros líderes do Primeiro Comando da Capital para os presídios federais , tirando o risco de desgaste e um ataque do PCC no estado e o custo da manutenção desses presos. Bolsonaro conseguiu holofote na mídia na hora da transferência, mas sem resultado esperado — a facção continua tão atuante quanto antes devido a sua organização celular. Além custo da manutenção em presídios federais, o governo central tem que manter efetivos militares de “Garantia da Lei e da Ordem” para reforçar a segurança e mesmo assim corre riscos. A prisão em Brasília de Lucirne Silva Conceição é prova disso. Ele, que é um dos responsáveis pela chacina dos CVs no Amazonas, estaria planejando o resgate das lideranças do PCC, mas acabou sendo preso durante a Operação Coalizão do Bem . — Mirelle Pinheiro para o Metrópoles

Facção PCC enviava drogas de Ribeirão Preto para a Bahia

Nuvens escuras pairam sobre o Primeiro Comando da Capital em Ribeirão Preto onde o Comando Vermelho implantou uma célula que está levando a morte para suas quebradas. Nessa semana, dois ataques mataram dois PCCs, um na zona Norte no bairro Orestes Lopes e outro na zona Oeste no Jardim Progresso. Até agora já morreram 14 integrantes das duas facções, segundo o Portal Thathi . A polícia ainda não esclareceu as mortes, no entanto deu mais um golpe no PCC ribeirão-pretano com a Operação Rumo que desbaratou o esquema que enviava para a Chapada Diamantina na Bahia parte da droga recebida na cidade. — ACidadeON

Policias Civis extorquindo integrantes da facção PCC

Todos se lembram dos ataques do Primeiro Comando da Capital em maio de 2006 , mas poucos se lembram do estopim que detonou aquela ação que deixou algo em torno de 600 mortos e paralisou o maior estado da nação. O Policial Civil Augusto Peña e seus comparsas da delegacia sequestraram e usaram a prisão da delegacia para guardar Rodrigo Olivatto de Morais , o sobrinho de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola do PCC. Peña mudou a história de nosso país, o Primeiro Comando da Capital e o Brasil não seriam o que são hoje se não fosse aquele sequestro. Essa prática, no entanto, persiste até hoje. Quem é do mundo do crime já sentiu na pele ou ouviu histórias de pessoas próximas que foram extorquidas, sequestradas ou mortas de maneira covarde por criminosos com distintivos. A prisão dos policiais civis que usaram como mocó para uma vítima de sequestro a sede do DEIC no Carandiru, apenas expõe para o público o que acontece todos os dias em quase todas as quebradas do estado. Com os p

Carta de uma mãe ex-PCCeia

Quando fui batizada… eu não tenho que esconder quem eu sou, independente de que tá ou quem não tá me lendo, sei que corro risco né? Só de tá contando isso para você e não saber da onde tu vem, mas em cima de minha pureza aí, em cima de um item aí, é que resolvi soltar a voz para você. Tô com meu filho de 15 anos que tá se envolvendo aí com o mundo do crime, aonde eu parei ele aí várias vezes para não se envolver como nós. Eu já fui dona de biqueira, do crime, e nós conhece aí a ideologia — eu fui onze anos PCCeia . Hoje trabalho em casa de uma família, mas tô vendo um filho meu aí se ingressar. Esse filho se encontra aí me desrespeitando, enfrentando, falando palavras para mim que magoam, que não é compatível aí ao nosso crime das antigas. Porque nós é o certo, o justo e o correto . Eu sou, tenho quase 50 anos e não estou aqui para pagar simpatia para ninguém, mas sim, para passar o que é o certo e não é por que é meu filho que tenho que passar a mão na cabeça. Tá me dando o mai

Graham Denyer Willis e a facção PCC 1533

Já citei outras vezes aqui esse trabalho de Graham Denyer Willis , mas com o lançamento de uma nova edição, vale trazer novamente aqui uma sinopse do The Killing Consensus: Police, Organized Crime, and the Regulation of Life and Death in Urban Brazil . A lógica paralela de assassinatos da a polícia e do crime organizado A maioria de nós traz de nossa formação cultural que é direito do Estado matar, quando necessário, através da ação das forças policiais no cumprimento da manutenção da segurança pública, mas Graham Denyer Willis explica que no Brasil, os assassinatos e a arbitragem da ordem social muitas vezes é conduzida por dois grupos: pela polícia e pelo crime organizado. Com base em três anos de trabalho de campo etnográfico, o livro de Willis traça como os investigadores policiais categorizam dois tipos de homicídio: o primeiro resultante da resistência à prisão policial e a segunda nas mãos da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) : A morte nas mãos da políci

O caso do massacre da Castelinho vai para a CIDH

Em 5 de março de 2002, doze integrantes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital foram mortos em um ônibus na Castelinho em situação similar, e ainda mais emblemático, os 111 prisioneiros chacinados durante a rebelião de 1992 no Presídio do Carandiru . Os policiais militares ultrapassaram o limite socialmente aceito, mas, mesmo assim, não deu em nada e todos acabaram absolvidos pela Justiça em novembro de 2014. Porém, para o Ministério Público Estadual, a Operação Castelinho foi uma “farsa macabra” e “a maior farsa da história policial no Brasil”. “Os caras da PM, que disseram que trocaram tiros, são tudo pau mandado, trocaram as mães deles!” — interceptação telefônica Os corpos foram movidos e as armas sumiram do Fórum da Comarca de Itu para que não fosse possível fazer a perícia, e acertos foram feitos para que as farsa fosse encoberta, mas agora, um passo tímido foi dado para o esclarecimento, com a apresentação do caso Castelinho a Comissão Interamericana de Direi