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Grande Dia!



Grande vitória! Dezenas de ações que estão correndo contra a cúpula do Primeiro Comando da Capital e seus principais operadores em todo o país terão que ser trancadas e até arquivadas, dependendo do caso.

O senador Flávio Bolsonaro conseguiu barrar na Justiça as ações que tiveram como base relatórios do COAF sobre movimentações financeiras:

"O PCC deve estar comemorando a decisão de Toffoli. O Coaf identificou movimentação de R$ 63 milhões, de novembro de 2005 a julho de 2007, 686 contas bancárias pertencentes a 748 pessos e empresas ligadas ao PCC." — procurador Helio Telho

É importante que as defesas de cada um dos irmãos ou aliados que estejam respondendo processos que se encaixem nessa modalidade que procurem a defesa pois o efeito não é automático.

Garoto vai até a Paz Universal para comprar crack.

A Avenida da Paz Universal é a fonte da vida do Bairro Pirapitingui em Itu, tudo passa por aquela via: o comércio floresce, as pessoas se divertem, e o tráfico de drogas tem um de seus principais eixos de distribuição.

Luciano resolveu dar um pulinho até lá, naquela manhã de quarta-feira, 13 de maio de 2009. Antes tivesse ficado em sua casa do outro lado da cidade no Jardim Oliveira.

Um cidadão está por lá liga para a Guarda Municipal denunciando que dois jovens estão traficando na esquina da Rua Mauá: “ um deles sem camiseta e shorts branco e outro com camiseta na cor preta”. Uma viatura da guarda chega ao local e lá estão os rapazes.

Luciano apresenta ao GCM Délcio uma pedra de crack que ele trazia na boca e diz que tinha acabado de comprar a droga de Andrezinho por dez reais, dinheiro conseguido com a penhora do carregador de celular e que no dia anterior tinha comprado dele oito pedras pagando por elas com um celular.

O outro rapaz abordado era o tal do Andrezinho, como é conhecido André Luiz Silva da Costa, um rapaz de vinte anos que apresentou oito pedras de crack que trazia consigo na cueca. Disse ao GCM Waldir que era usuário e que tinha que vender a droga por estar desempregado e ter que sustentar seu vício.

Levados à presença do delegado do 4º DP, Dr. Regis Campos Vieira, André disse que tinha acabado de comprar aquelas drogas de um tal de Joãozinho, que tinha deixado o local um pouco antes da Guarda Civil chegar. Diante disso Dr. Regis manteve-o a disposição da justiça, e liberou Luciano que pode então voltar para o aconchego do lar.

Já, os parentes de André, estão tendo que visitá-lo no CDP de Sorocaba, mas seu defensor, o Dr. Francisco Aluízio Gazzola, afirma: “Este processo tem condições jurídicas a merecer uma mudança de rumo, uma guinada setentrional...”.

Para que lado penderá a agulha da bússola probatória, caberá à Drª. Andrea Ribeiro Borges dizer.

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