"O futebol é o ópio do povo e o narcotráfico da mídia."(Millôr Fernandes)

Resultado das Eleições 2014 para Deputado Federal em Itu.



Metade dos votos nominais (49,665%) depositados nas urnas da cidade de Itu, 59ª Zona Eleitoral, foram divididos entre seis candidatos:

Herculano Passos
— 11.295 votos —
16% dos votos válidos

Celso Russomanno
— 6.899 votos válidos —
10% dos votos válidos

Missionário José Olímpio
— 6.540 votos —
9% dos votos válidos

Tiririca
— 3.008 votos —
4% dos votos válidos

Jorge Tadeu
— 2.468 votos —
3% dos votos válidos

Vitor Lippi
— 1.768 votos —
2% dos votos válidos

A mulher como foco, ou melhor, a sociedade como foco.

Publiquei nesse blog mais de quinhentos textos, todos foram de minha autoria, no entanto hoje José Eduardo Bruno me enviou via Facebook um texto que realmente tinha que ser republicado na íntegra, se uma linha fosse alterada seria um crime contra a autora e sua obra...

Escola Naval  1º grupo feminino de aspirantes da Ilha de Villegagnon RJ.

`Uma Foto e Vários Sentimentos´

De todas as transformações que o nosso país enfrenta, não tenho dúvida que a pior delas é inversão de valores.

Não estou falando dos atores, mas da plateia.

Quem determina o sucesso de um espetáculo é o público. Por melhor que sejam os atores e o enredo, se o público não aplaudir, a turnê acaba.

Nós somos a sociedade, nós somos a plateia, nós dizemos qual o espetáculo deve acabar e qual precisa continuar.

Se nós estamos aplaudindo coisas erradas, se damos ibope a pessoas erradas, de que estamos reclamando afinal?

Somos nós que continuamos consumindo notícias de bandidos presos e condenados.

Somos nós que consumimos notícias de arruaceiros que ganham mesada para depredar o nosso patrimônio.

Somos nós que damos trela para beijaços, toplessaços, marcha de vadiaças, dos maconheiraços, dos super-heróis que batem ponto em “manifestações” (e que gostam de cozinhar-se dentro de uma fantasia num sol de 45 graus), e todos os tipos de histéricos performáticos que querem seus 15 minutos de fama.

Quando fazemos isso, estamos dando-lhes valores que não têm. Estamos dando-lhes atenção. Estamos dedicando-lhes o nosso precioso tempo.

Passou da hora de dar um basta nisso!

Por que os nossos jornais estão recheados de funkeiros ao invés de medalhistas olímpicos do conhecimento?

Por que vende-se mais jornal com notícia de um funkeiro que largou a escola por já estar milionário, do que de um aluno brilhante que supera até seus professores?

Por que sabemos os nomes dos BBBs e não sabemos os nomes dos nossos cientistas que palestraram no TED?

Por que muitos não sabem nem o que é o TED? Ou Campus Party?
Por que um evento histórico para o Brasil como o ingresso da primeira turma feminina da Escola Naval não é noticiado?

Por que um monte de alienadas com peitos de fora, merecem mais as manchetes do que as brilhantes alunas, que conquistaram as primeiras 12 vagas, da mais antiga instituição de ensino superior do Brasil?

Por que nós continuamos aplaudindo a barbárie, se ainda temos valores?
O país não mudará se nós não mudarmos o foco!

Os políticos não mudarão se nós não refletirmos a sociedade que queremos!

Já passou da hora de nos posicionarmos!

Ostracismo a quem não merece a nossa atenção e aplausos para quem faz por merecer.

Merecer! Precisamos devolver essa palavra para o nosso dicionário cotidiano.

Meu coração ao olhar essa foto hoje, se divide em vários sentimentos distintos.

Muito orgulho de ser mulher e me ver representada por essas guerreiras.

Elas não estão fazendo arruaça pleiteando igualdade. Elas conquistaram a igualdade estudando e ralando muito.

Elas tiveram que carregar na mão as suas malas pesadas no dia que entraram na Escola Naval. Não puderam puxar na rodinha não! Tiveram que carregar na mão igual aos aspirantes masculinos.

Elas foram e fizeram.

Mas ao contrário das feministas de toddynho, não estarão nas manchetes dos jornais de hoje. E isso me evoca outros sentimentos.

Sentimentos de revolta, de vergonha, e de constrangimento frente a essas mulheres, que não serão chamadas de heroínas por
apresentadores de televisão. Mas estão dispostas morrer como heroínas por nosso país.
Parabéns Primeira Turma Feminina da Escola Naval de 2014.

Vocês são a dúzia que vale muito mais que milhares...! "

Carla Andrade

O jovem clérigo e as esperanças do velho padre republicano.



Padre João Batista de Oliveira Salgado não sabia que morreria menos de um ano depois daquele dia festivo do mesmo mal que levou quatro anos antes o Padre Miguel Corrêa Pacheco, na Epidemia de Febre Amarela, mas talvez tenha sido melhor assim.

Era o dia da padroeira da cidade, 2 de Fevereiro do ano de 1897, e ele permitiu que o campineiro Padre Elisiário de Camargo Barros dirigisse a missa solene na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária de Itu, terra onde vivia a família de Pe. Elisiário.

O brilho nos olhos de Pe. João Batista tinha sua razão de ser, pois aquele novo sacerdote prometia muito, e ele sonhava com o dia em que o teria como ajudante até sua aposentadoria. Padre João Batista era incansável na labuta diária, mas sabia que jamais teria coragem para propor mudanças e enfrentar novos desafios e projetos, não era sua cara, não tinha jeito para propor mudanças, mas aquele jovem...

A orquestra comandada pelo Maestro Tristão Mariano e a organista Maria Augusta conseguiam mexer com suas emoções, chorava por dentro se contendo por fora, pois a igreja estava cheia como era de se esperar. Foi um dia de festas e sonhos, mas nem tudo se deu como ele pensou. Seu corpo já havia se decomposto antes que o Padre Elisiário voltasse para Itu, mas muito se concretizou. O novo clérigo enfrentou sozinho os desafios do novo século usando as ferramentas que um jovem escolheria: ousadia e tecnologia. Até então não havia cerimônias no período noturno, e Padre Elisiário menos de um ano depois de assumir a paróquia dotou o templo de energia elétrica, e quem passasse então próximo da matriz a noite podia ouvir o rezar do terço e os cânticos em homenagem a Nossa Senhora do Rosário.

Padre João Batista teria gostado de ver isso, mas talvez tenha sido bom que não tenha ficado por mais tempo aqui entre os vivos, pois aqueles que ousam acabam tendo que enfrentar as autoridades, e isso ele não gostaria de fazer de jeito nenhum, apesar de defender os Ideais Republicanos em pleno Regime Monárquico – outro sonho que não veria em vida se realizar.

O jovem clérigo que naquele dia ele via com esperanças criou do Jornal A Federação em 1905, colocando suas prensas onde hoje é a Capela do Santíssimo. O periódico que ainda hoje é publicado se originou na Liga da Boa Imprensa que ele criou um ano antes. O Bispo viria a implicar com esse jornal dentro da igreja e este acabou sendo retira-lo de lá em 1914.

Pe. João Batista não enfrentaria uma autoridade como fez o jovem Pe. Elisiário, não teria nem admitido que isso acontecesse, jamais! Enfrentar abertamente e sem rodeios um bispo, meu Deus! Dentro dos limites do que era possível ele preferia até mesmo nem se encontrar com uma autoridade, e aquele confronto o teriam levado ao desespero, preferia morrer antes de enfrentar uma situação daquelas...

1 - Pe. João Batista de Oliveira teria colaborado no jornal com tendencias republicanas "O Guaripocaba" publicado em Bragança Paulista - www.usf.edu.br/galeria/getImage/385/2781392779563351.pdf

A revolta do Promotor de Justiça e o nosso futuro incerto.



Indignação não seria a palavra apropriada, talvez um misto de fúria e irritação descrevesse melhor o sentimento externado durante a audiência do Tribunal do Júri de Itu em 22 de Maio de 2014 pelo Promotor de Justiça Dr. Luiz Carlos Ormeleze. Indignação não é também a palavra apropriada para definir o que eu sinto quando penso no que aconteceu, estando mais para um misto de medo e revolta.

Sejam lá quais forem nossos sentimentos o que não podemos é ficarmos indiferentes ao que aconteceu e ao que pode vir acontecer se tivermos como regra seguir por essa trilha. A vida e a segurança de cada um de nós dependerão do desenrolar desse caso.

O réu que supostamente ligado ao PCC e mentor e executor da onda de assaltos às chácaras que ocorriam em nossa cidade até 2004, além de já ter sido condenado em um duplo homicídio e suspeito de praticar um terceiro de um colega da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, quase volta ao convívio de nossa sociedade.

Esse sujeito foi condenado pelo Tribunal do Júri de nossa cidade por ter assassinado por motivo fútil e através de traição um companheiro que trabalhava com ele em um posto de gasolina e que possivelmente teria uma promoção passando a ser seu chefe: armada a emboscada lhe desferiu dez facadas sendo a primeira pelas costas.

Digam-me os senhores, se eu não tenho motivos para me preocupar quando através de um processo revisional um sujeito como esses poderia ter sido colocado em liberdade? O Promotor de Justiça se indignou (Ah! É pouco) com a pronúncia por ter sido feita em um acórdão de uma página e meia de pífia argumentação.

Não creiam que eu e o Promotor de Justiça vemos o caso e medimos as consequências da mesma forma.

A fúria e a irritação do Promotor de Justiça se deram por ter sido um caso sólido que nada justificaria a afronta e a anulação da soberana decisão do Tribunal do Júri — segundo ele “uma verdadeira aberração”.

O medo e revolta que eu sinto é pelo que pode vir por aí. Hoje quase tudo é permitido: menor traficando e matando, contrabando, pirataria, sonegação... Só não vê quem não quer que nosso sistema penal e prisional faliu, consequência de nossa escolha do sistema político e educacional. Mas agora provavelmente homicídio — pasmem, até assassinato — passará a impunidade.

Claro que a lei não foi mudada e não se apregoará aos sete ventos que poderemos matar, mas na prática é o que ocorrerá se os argumentos utilizados pelo Desembargador Ivan Marques forem adotados como norma.

Gostaria de viver em uma sociedade ideal onde a decisão desse desembargador poderia ser considerada como correta, mas não vivemos em uma sociedade nem ideal e nem justa. Não temos no Brasil um CSI com todos seus equipamentos e pessoal — se bem que provavelmente a segurança pública americana custe menos que a nossa — aqui os raros casos de homicídio que são concluídos pela Polícia Civil e chegam à Justiça não são frutos de uma intensa investigação científica e recheadas de testemunhas e provas materiais. Dentro dessa nova regra deixa de ser proibido o assassinato, passa apenas a ser proibido ser muito burro e assassinar na frente de testemunhas e não se livrar da arma do crime.

O povo de Itu, através de seu Tribunal do Júri deu a primeira resposta representando a nós como sociedade quando condenou novamente o cidadão a mesma pena que tinha sido condenado no primeiro julgamento: 16 anos de prisão.

Agora cabe a sociedade se posicionar para que nossa polícia que se diz investigativa, a Polícia Civil tenha meios e pessoal para poder investigar de fato, pois se a posição do Desembargador Ivan Marques se tornar corriqueira, nós estaremos definitivamente abandonados a nossa própria sorte.

Nefilim — o Jornal A Federação de Itu sabia?


Todas essas críticas que têm me chegado foram previstas quando publiquei a série de textos a respeito do nefilim 1 em Itu, sua relação com a caça feita pela Igreja Católica, e o vendaval de 1991. Sendo assim, aceito responder aos questionamentos, no entanto não esperem que eu saia na defesa de uma posição ou de outra.

Cada um é senhor de suas crenças, se bem que vivemos um tempo onde todos defendem a pluralidade e a liberdade de expressão… desde quê se diga algo com que concordem. Hipocrisia.

Sei que a senhora de Itu e o religioso católico de Jundiaí acreditam nas informações e conclusões que me deram, além de fornecer indícios de sua veracidade, no entanto teríamos nós capacidade de admitir que as coisas não são como as vemos?

Nunca me passou pela cabeça a ideia de criticar as leis naturais ou morais, mas certos fatos se impuseram a mim, e não fui contra eles:

Essas pessoas acreditam que o pior tornado do Brasil teve causa sobrenatural com a finalidade de arrebatar e eliminar o último descendente do elioud Azazel 3 e 4 no Brasil e que estaria na cidade de Itu, e eles alegam terem participado de um grupo que tentou neutralizar 5 o herdeiro do anjo caído 6.

Houveram mensagens cifradas 7 publicadas no Jornal A Federação, órgão oficial da Igreja Católica? Como não achar estranho e significativo quando após o desastre que abalou a cidade e a colocou em destaque na mídia nacional esse periódico coloca a notícia apenas em sua última página com apenas uma nota com foto na capa?

Reparem nas matérias da edição publicada imediatamente antes da catástrofe do vendaval que teria servido para matar o descendente do anjo caído que teria se relacionado com uma humana, e que estaria vivendo entre nós como uma pessoa comum: o Diácono João Antonio Motta Navarro alerta para o fato de que não mais conhecemos as pessoas que passam por nós pelas ruas utilizando como metáfora um cavalo 8 e 9 e depois o acadêmico sorocabano Benedito Walter Marinho Martins escreve: “O sexo dos anjos… tanto os anjos bons como os maus (demônios, os rebelados) foram criados por Deus antes dos homens, disso a Bíblia nos dá boas explicações… ”.

Estaria ele se referindo ao Gênesis 10 onde os anjos tomara para si mulheres e o Livro de Enoque 11 que cita nominalmente Azazel como tendo participado?

Se voltarmos as edições buscando antes dessa data outras indicações não encontraremos. Seria apenas uma bruta coincidência, inspiração divina, ou de fato havia uma ação prevista?

Os trechos seguintes estavam na edição publicada logo após a tragédia, leiam e digam se de fato era o que se esperaria de um noticioso sobre essa tragédia ou se de fato existem razões para se crer que havia uma intensão oculta ou de ocultar:

“Luzes que se apagam, nada mais.
Em alguém adentrado num ambiente iluminado e, acionando o interruptor de eletricidade, aquele pequeno estalido que ele produz de pronto traz, a escuridão total… , somente escuridão e nada mais.
Neste hipotético recinto…
O escuro é triste, é assustador. Nele ficamos sem ação, ficamos incertes. Nós fomos criados para a luz, e o oposto, nos deprime, invariavelmente, sempre.
Saudações à Luz, à claridade! No escuro somos ninguém.”

Se alguém pode ter dúvida de qual luz está o autor Celso Sotilo se referindo há segue uma “MENSAGEM” publicada logo após:

“Imploramos, humildemente, sem cessar, ao Senhor nosso Deus de misericórdia, para que Ele nos conceda, termos sempre os benefícios da luz, principalmente, os da Luz Espiritual, e para que Ele não nos deixe de ajudar sempre.”

Saber exatamente quem é o inimigo e seu poder é um dom que poucos possuem, e mesmo entre os membros deste grupo que atuou em Itu nenhum deles se disse capaz de identificar pessoalmente o nefilim, que em nada se diferia de uma pessoa comum, exceto talvez a inexplicável riqueza material. Nessa mesma edição foram deixados dois pensamentos: “O homem será fonte de bênçãos, desde que compreenda o valor do próximo”.

  1. uma introdução ao caso,
  2. parte, o dinheiro sumiu,
  3. parte, uma história difícil de acreditar,
  4. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  5. parte, o católico de Jundiaí,
  6. parte, os nefilins existem,
  7. parte, o bispo de Itu.
  8. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.

1 - Nefilim - nepîlîm - נְפִלנ ְפִיל ;
2 - 
Elioud — Eljo — benê-hâ'elôhîmbenê-'êlîm — bn il — angeloi tou theou;
3 - 
Azazel — Asael — עזאזל ;
4 - Gênesis 6: 4;
5 - Repetidas vezes durante ele repetiu essa palavra “neutralizar” para designar o objetivo do grupo em relação aos eliouds, tentei repetidamente que ele definisse o que era “neutralizar um nefilim”, mas não obtive resposta;
6 - 1 Pedro 3:19-20; 2 Pedro 2:4; e Judas 6;
7 - Lucas 8: 8 — "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça."
8 - O diácono Navarro era um profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e provavelmente buscou em Zacarias a fundamentação para a ultilização do cavalo para transmitir a mensagem cifrada. Zc 1, 9-10: “Eu perguntei: Meu senhor, que cavalos são estes? E o anjo porta-voz respondeu-me: Vou explicar-te. O homem que se encontrava entre as murtas respondeu: Estes são os (mensageiros) que o Senhor mandou para percorrer a terra.
9 - Trechos do texto publicado no Jornal Federação: “Não sei se animal irracional é ou não curioso. Só sei que … há um cavalo curioso… Viram que está faltando amor entre as pessoas que passam pelas ruas, sem se conhecerem, nem se cumprimentam… Esses mesmos animais, burro (parente do cavalo e o boi foram, afinal testemunhas…)
10 - Gênises 6:3,5-7,11-13,17;
11 - Livro de Enoque 10: 13.

Centro para uso coletivo de drogas em Itu.


Vivemos ou não em um país livre, onde a busca da felicidade é um direito do cidadão. A cabreuvana Aparecida de Fátima não se conforma ainda com a invasão de sua casa...

Início de uma quente noite de domingo, 18 de janeiro de 2009, Aparecida de Fátima estava deitada em seu quarto, juntamente com uma menina de doze anos e uma outra mulher. Como boa parte dos brasileiros costumava assistir tv naquele horário. Mas os policiais entraram com violência, não querendo de nada saber.

O advogado, Dr. Benedito Antônio Barcelli, ressaltará mais tarde que Aparecida de Fátima nunca teve passagens pela polícia e vivia da pensão deixada pelo marido falecido, reforçado pelos ganhos com as roupas lavadas para fora. A justiça ouviu as explicações, algo que a polícia não o fez.

A casa daquela senhora era uma das mais frequentadas da rua onde morava. Muito querida por todos, ela estaria doente naquela noite e Adão, que a conhece há doze anos foi visitá-la. Ao entrar na garagem da casa e lá se sentar foi surpreendido pelos agentes da segurança pública. Diz ele que nada viu, afinal ficou o tempo todo com a cabeça baixa, mas lembra que os policiais falaram que tinham encontrado uma grande quantidade de drogas na casa.

Seu Adão conhecia a fama do local como ponto de tráfico de entorpecentes, mas o que de fato ocorria era que dona Aparecida de Fátima recebia a todos de braços abertos para que usassem qualquer tipo de drogas em sua residência, localizada no Jardim São José na cidade de Itu, próximo à Bica D’Água.

Naquele mesmo dia a estudante Carolina tinha ido avisar a uma das filhas de dona Aparecida de Fátima que um amigo havia falecido em um acidente de automóvel. Carolina, amiga de infância da filha de dona Aparecida de Fátima, sempre ia até lá para usar drogas, mas garante que nunca viu ninguém comercializando drogas no local, e se surpreendeu com a abrupta chegada dos policiais.

Carolina conta também que aquela menina de doze anos que estava na cama com a senhora, morava ali desde que fugiu de casa e também fumava maconha por embalo. Enfim, não entendia o que os policiais tinham lá ido fazer: a fama de ponto de drogas se devia apenas ao grande número de amigos que lá apareciam para se drogar. Normal.

Cristiane, usuária assumida de crack, também estava por lá e defende dona Aparecida de Fátima dizendo que “ali é o local onde as pessoas vão para usar drogas longe das ruas”, o que seria muito bom. Mas compromete a senhora quando diz que “... mas às vezes algum vai buscar para a utilização de quem ali se encontra, chegando a juntar dinheiro para tal”, o que configuraria o tráfico.

Conforme esclarece o Dr. Gerciel Gerson de Lima, na Alemanha o próprio Estado mantém tais lugares, com toda a infra-estrutura e a comodidade para que os viciados possam usar seus entorpecentes em paz e segurança, mas no Brasil isto é ilegal.

Aquela senhora à frente de seu tempo, não entendeu que ao se descriminalizar o uso, não se o legalizou, e o centro de usuários criado por ela não poderia existir, mas afinal, vivemos ou não em um país livre, onde a busca da felicidade é um direito do cidadão. A cabreuvana Aparecida de Fátima não se conforma ainda com a invasão de sua casa...

Mensagem da GCM Izilda que completa seis anos na GCMI.



Hoje dia 06/05/2014, fazem exatamente 22 anos que eu optei por minha carreira GUARDA CIVIL MUNICIPAL, quando entrei tinha apenas 21 aninhos, passei metade da minha vida aqui, e AMO MINHA FARDA E AMO O QUE EU FAÇO, apesar de todos os obstáculos que passamos, uns por sermos "GUARDAS" outros por sermos ""GUARDAS FEMININAS""...sim por que se a profissão em si é laboriosa e criticada, pelo simples fato de sermos mulheres nós sofremos isso em dobro...e isso nós da "TURMA DE 92" sabemos muito bem, dentre muitas ocasiões uma que nunca me sai da cabeça foi quando desfilamos no Estádio Municipal...lembram-se meninas????? Porem superamos, e superaremos sempre todos os obstáculos "COM A GRAÇA DE DEUS", que sempre estará conosco...PARABÉNS MENINAS...A TODAS, AS QUE ESTÃO NA ATIVA E AS QUE POR MOTIVOS DIVERSOS JÁ SE FORAM...

Podemos adiar a chegada do Apocalipse?



Basicamente nessa terceira entrevista o religioso católico de Jundiaí me descreveu a primeira vez na história em que foram eliminados milhares de nefilins 1 e como e por que a caça é feita pela Igreja Católica até os dias atuais.

Deste ponto em diante passo a um resumo do que ele me disse:

Não cabe a nós julgarmos se um ser merece ou não viver, isso é uma decisão que cabe apenas a Deus, no entanto a Igreja há muito optou pela sobrevivência do homem sobre a terra, e nós apenas somos seu instrumento.

Não há portanto contradição em nossa ação. Hoje um nefilim passa por um ser humano como qualquer outro, um ser inferior ao que de fato ele é, mas que no futuro, claro que num futuro quase inimaginavelmente distante, destruiria a todos simplesmente por existir, como já aconteceu no passado.

A Bíblia de Jerusalém publicada pela Sociedade Bíblica Católica Paulus confirma que “... o pecado cometido por aqueles … anjos, que, … , mantiveram um relacionamento proibido com as mulheres ... poderia justificar a sua destruição através do dilúvio". 2 e 3

Os nefilins vivem em nossa sociedade de maneira inofensiva até assumirem o controle, quando passaram a agir de forma desumana. Deus prometeu que voltará agir como já o fez quando enviou o Dilúvio no momento no qual os nefilins voltarem a se proliferarem sobre a terra, e isso é algo inevitável pois está previsto nas escrituras, mas a Igreja conhecedora da profecia pode postergar esse momento evitando que essa espécie prolifere entre nós.

Chegará o tempo em que o Apocalipse se iniciará, e está escrito que será “... como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem.” 4 Ora, então temos que procurar entender o que aconteceu no tempo de Noé para que Deus deflagrasse o Dilúvio.

Iniquidade e maldade sempre houve entre os homens, desde os tempos de Caim nossa espécie sempre foi profícua em se destruir, não somos piores hoje que fomos durante as duas grandes guerras mundiais, durante a Inquisição, ou das milhares de chacinas étnicas ocorridas em todo o mundo.

Algo diferenciou aquele momento e está escrito que será o mesmo estopim que fará com que a Terra seja novamente destruída. Assim está descrito em Gênisis as causas da primeira destruição: “... quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos;” … “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.E os chamados "filhos de Deus" nada mais são do que os eliouds 6 que geraram filhos em humanas como já foi demonstrado nesse blog.

Enquanto a Igreja conseguir impedir que os nefilins dominem nosso planeta o Apocalipse não começará, será questão de tempo pois o fim foi previsto, mas a data poderá ser postergada enquanto houverem religiosos e leigos dispostos que creiam e combatam.

  1. parte, o dinheiro sumiu,
  2. parte, uma história difícil de acreditar,
  3. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  4. parte, o católico de Jundiaí,
  5. parte, os nefilins existem,
  6. parte, o bispo de Itu.
  7. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.

1 - Nefilim - nepîlîm - נְפִלנ ְפִיל;
2 - Trecho da A Bíblia de Jerusalém. São Paulo, Sociedade Bíblica Católica e Paulus, 1985, p.39, cf. nota l. O pecado dessa geração antediluviana humana é tão grave (cf. Gn 6:5,11-2) quanto o pecado cometido por aqueles "seres celestiais"/"anjos", que, segundo a lenda popular, mantiveram um relacionamento proibido com as mulheres (cf. Gn 6:1-4). Somente um pecado tão grave como o desta geração - a ponto de ser comparado ao pecado de seres celestiais - poderia justificar a sua destruição através do dilúvio (cf. Gn 6:13,17);
3 - Gênises 6:3,5-7,11-13,17;
4 - Gênises 6: 11;
5 - Matheus 24: 37 "E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem"; e
6 - Elioud — Eljo — benê-hâ'elôhîm — benê-'êlîm — bn il — angeloi tou theou.

Sexo entre anjos e mulheres, é possível?



Quando o religioso católico avalizou a informação da senhora ituana 1 que atribuiu o vendaval de 1991 2 ocorrido na cidade de Itu como sendo um fenômeno sobrenatural causado pela eliminação de um nefilim 3, levantei dúvidas sobre detalhes que não se encaixavam nessa história.

Quem me acompanha nesse blog sabe que não faço juízo de valor em questões de fé e cultura, no entanto vários pontos da história careciam de esclarecimentos. E o religioso passou semanas me tirando dúvidas e me mostrando novos fatos.

Parece um absurdo que há poucos anos a Igreja Católica tenha montado uma operação para localizar e neutralizar 4 pessoas por acreditar que seriam filhos de um anjo caído 5 e 6 e possuidoras de poderes sobrenaturais, mas já citei nesse blog fatos que indicam que essa caça existiu.

Venho de um berço católico e sei que um anjo por ser um ente espiritual não pode gerar filho, mesmo por que eles são seres assexuados, então meu primeiro questionamento foi:

“Se Azazel 7 e 8 era um anjo, então como poderia ter descendentes?”

Segundo o religioso católico, os místicos que estudam essa matéria fora do âmbito da Igreja Católica acreditam que de fato estes seres celestiais podem atravessar as dimensões 9, e os anjos, principalmente com de alto nível como Azazel, não teriam dificuldade de circular entre uma ou outra dimensão, e ao penetrar na nossa criar uma matéria para se alojar.

Existe no entanto quase um concesso entre os acadêmicos judaicos e cristãos que os anjos de fato não tiveram relações sexuais com as mulheres, mas sim que conviveram com ela, pois está escrito em Gênesis: "e tomaram para si mulheres" 10 e essa forma é utilizada de maneira comum na escritura para definir a união legal matrimonial 11 e não propriamente o ato sexual 12. Existe pelo menos uma criança que nasceu cujo pai foi imaterial e a mãe uma humana, Jesus Cristo, e nesse caso não houve relações carnais, o mesmo poderia ter ocorrido no caso dos eliduds 5 visto que Azazel era um serafim, um anjo da hierarquia mais alta no coro celeste, e sendo mais próximo do Criador era conhecedor dos mistérios divinos.

Finalmente existe o grupo que garante que os chamados “filhos de Deus5 eram os filhos de Sete 13 (o filho piedoso de Noé) que haviam se unido as mulheres descendentes de Caim 14, mas essa interpretação apareceu já na era Cristã para justificar esse trecho bíblico tido como escandaloso e descabido. Até hoje utilizamos o termo “filho de Deus” para nos referirmos a uma pessoa boa, e existe base nos textos sagrados que justificam esse uso, mas esse terno em todas as outras vezes que é sitada na Bíblia Hebraica se refere aos seres celestiais 15, apenas nesse caso, por ser escabroso procuram “arranjar” alguma alternativa.

A Igreja Católica escolheu desinformar deliberadamente quando optou por adotar oficialmente a “Interpretação Naturalista Setita-Caimita”, que é essa de justificar através de Sete, mas não o faz por fé e sim para poder agir de maneira mais discreta e eficaz contra os descendentes dessa união remanescente.

Ele se despede de mim depois desta entrevista com essa questão: Como poderia ter se dado a eliminação dos cinco nefilins no Brasil entre 1989 e 1991 se os esforços da Igreja tivessem sido abertos e ao conhecimento público? 16

  1. uma introdução ao caso,
  2. parte, o dinheiro sumiu,
  3. parte, uma história difícil de acreditar,
  4. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  5. parte, o católico de Jundiaí,
  6. parte, os nefilins existem,
  7. parte, o bispo de Itu.
  8. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.

A base de dados desse texto:
OS "FILHOS DE DEUS" E AS "FILHAS DO HOMEM": AS VÁRIAS INTERPRETAÇÕES DADAS A GÊNESIS 6:1-4
de autoria do Pr. Carlos Augusto Vailatti
  1. Um vigilante teria desaparecido durante um fenômeno sobrenatural no Condomínio Terras de São José na cidade de Itu no interior paulista;
  2. O pior tornado do Brasil segundo o site Climatempo;
  3. Nefilim — nepîlîm — nepîlîm-gibbôrîm — נְפִלנ ְפִיל ;
  4. Repetidas vezes durante ele repetiu essa palavra “neutralizar” para designar o objetivo do grupo em relação aos eliouds, tentei repetidamente que ele definisse o que era “neutralizar um nefilim”, mas não obtive resposta;
  5. Elioud — Eljo — benê-hâ'elôhîm — benê-'êlîm — bn il — angeloi tou theou;
  6. 1 Pedro 3:19-20; 2 Pedro 2:4; e Judas 6;
  7. Azazel — Asael — עזאזל;
  8. Gênesis 6: 4;
  9. Vemos o mundo em três dimensões, a Teoria da Relatividade indica quatro, e as Teoria das Cordas e a Teoria-M aproximadamente dez;
  10. Gênises 6: 2 e 3 — “2 wayyir'û benê-hâ'elôhîm 'et-benôt hâ-'âdâm kî tôbôt hênnâ wayyiqhû lâhem nâshîm mikkôl 'asher bâhârû. 3 wayyô'mer 'âdônây lô'-yâdôn rûhî bâ'âdâm le'olâm beshaggam hû' bâsâr wehâyû yâmâyw mê'â we'esrîm shânâ.”;
  11. Gênises 4:19; 12:19; 24:4; 25:1; 34:16;
  12. No entanto o termo "tomar à força" também foi utilizado quando a Sagrada Escritura descreve o estupro de Diná por Siquem, o que pode então justificar a vertente que acredita que os anjos de fato tiveram relações carnais;
  13. Gênesis 4:25-26; 5:3-32;
  14. Gênesis 4:17-24;
  15. Seres angelicais — Jó 1:6; 2:1; 38:7; e
  16. Lucas 8: 8 — "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.".

Dom Amaury Castanho, o Jornal A Federação, e o nefilim.



Estive por duas semanas entrevistando o religioso católico que se dispôs a falar sobre o grupo que teria atuado em Itu e em outras quatro cidades visando a eliminar os nefilins 1.

Cinco novos prelados foram nomeados 2, entre eles Dom Amaury Castanho, que foi mandado como Bispo Coadjutor da Diocese de Jundiaí em Abril de 1989, um ano e meio antes do temporal de Itu de Setembro de 1991 3.

Dom Amaury fora Bispo Auxiliar de Sorocaba  e conhecia como poucos o restrito ambiente sociopolítico e militar da cidade vizinha de Itu, onde viveria um dos cinco descendentes 4 do eliouds 5 Azazel 6 no Brasil.

Tendo profundo conhecimento teórico e prático das doutrinas cristãs e grande facilidade de comunicação pois pertenceu a Pastoral dos Meios de Comunicação da Arquidiocese de São Paulo além ser de colaborador do Jornal O Estado de S. Paulo, Dom Amaury teria como missão organizar o grupo que conteria ou eliminaria o nefilim que estaria em Itu, assim como conhecer e neutralizar as notícias sobre o assunto que pudessem vazar para a imprensa 7.

Pouco antes de sua posse, a edição de Abril de 1989 8 do Jornal A Federação, órgão oficial da Igreja Católica já prenuncia de maneira cifrada a batalha que se iniciaria na região, alertando a quem tinha capacidade e necessidade de saber 9, em um artigo assinada pelo Diácono João Antonio Motta Navarro:

O QUE É QUE ELES QUEREM?

Quando a gente começa a reparar no que está acontecendo por aí, fica a imaginar se o que pretendem é acabar com a fé, querendo destruir a Igreja. Está atingindo o que temos de mais caro, estão mexendo como o que há de mais sagrado. (...)
Querem acabar com a Igreja de Deus. No entanto, nunca conseguirão. Jesus disse — e Ele é Deus — que “os portões do Inferno não prevalecerão contra ela”.
Nós somos a Igreja, não tenhamos vergonha e nem nos sintamos diminuídos em afirmar. Somos contra tudo isso espalhemos isso, sem receio algum.10

A partir dos meses seguintes, o próprio Dom Amaury passá a escrever o editorial desse periódico católico.

Houveram cinco mudanças fundamentais dentro da hierarquia da Igreja Católica do Brasil em 1989: além da posse de Dom Amaury, foram criadas quatro novas Dioceses: São Miguel Paulista, Osasco, Campo Limpo e Santo Amaro.

É interessante notar que nessa mesma edição do Jornal Federação o próprio Dom Amaury escreve uma matéria sob o título: “Cinco mulheres e muito dinheiro”. referindo-se alegoricamente ao fato haverem cinco eliouds a serem combatidos — todos eles ricos descendentes de Azazel, anjo que abandonou a missão 11 que lhe foi confiada por Deus para ficar com uma mulher 12, daí a referência as mulheres no título.

  1. uma introdução ao caso,
  2. parte, o dinheiro sumiu,
  3. parte, uma história difícil de acreditar,
  4. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  5. parte, o católico de Jundiaí,
  6. parte, os nefilins existem,
  7. parte, o bispo de Itu.
  8. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.
  1. Nefilim - nepîlîm - נְפִלנ ְפִיל
  2. Um ano e meio antes do cataclismo houve a divisão da Cúria Metropolitana de São Paulo (São Miguel Paulista, Osasco, Campo Limpo e Santo Amaro) e a nomeação de Dom Amaury Castanho como coadjutor na Diocese de Jundiaí.
  3. O pior tornado do Brasil segundo o site Climatempo;
  4. Gênesis 6:1-4;
  5. Elioud - Eljo - benê-hâ'elôhîm;
  6. Asael - Azazel - עזאזל;
  7. Além de jornais na capital e no interior, Dom Amaury mantinha colunas em todos os jornais de importância da região;
  8. Edição nº 4387 do Órgão da Comunidade Paroquial Nossa Senhora da Candelária de Itu, fundada pelo Padre Eliziario de Camargo Barros em 3 de Maio de 1905;
  9. Lucas 8: 8 — "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.";
  10. O artigo de fato critica uma obra de Martin Scorsese, no entanto basta analisar os artigos do Diácono Navarro anteriores a essa data e os posteriores para perceber a radical mudança do foco deste leigo católico; apesar de nunca ter sido citado como sendo membro do grupo que estaria atuando na busca da eliminação dos descendentes dos eliouds, os textos de Navarro são constantemente citados como peças da comunicação do grupo;
  11. Judas 1: 6 —  "... não guardaram o seu próprio principado, mas deixaram a própria morada" e
  12. Livro de Enoque 10: 13.

A Igreja Católica atuou na erradicação dos nefilins no Brasil.



Ao parar meu fusca em frente ao Santuário da Fonte da Graça no Jardim Guarani em Jundiaí, um senhor aparentando seus cinquenta anos atravessou a rua vindo do ponto de ônibus, e se achegou dizendo ser a pessoa que eu havia procurado na Diocese.

Pensem os senhores em uma pessoa que inspire confiança. Esse era o cara.

Alegando estar atrasado pediu para que eu lhe desse uma carona ao Centro. Durante o trajeto expliquei como havia chegado até ele e então ele desvendou todo mistério e ligou os fatos que envolviam o caso do vigilante desaparecido e o grupo que a senhora de Itu.

Com a autorização dele trago a conhecimento dos senhores o que ele me disse aquele dia:

Criado informalmente pelo então Cardeal Ratzinger, e posteriormente reafirmando quando assumiu como Papa Bento XVI, o grupo atuou de forma marcante durante o papado de São João Paulo II. Formado por religiosos e leigos que tinham a missão localizar e neutralizar os descendentes 1 do elioud Azazel 2, 3, e 4. Após os eventos de 19915 quando os últimos foram eliminados no Brasil, aqueles voluntários se dispersaram, e desde que Dom Vicente Costa assumiu como bispo de Jundiaí o assunto passou a ser tratado sem o conhecimento dele por um pequeno grupo dentro da Igreja.

Esclareceu que o vendaval que ocorreu em 1991 em Itu foi um fato profético e ocorreu em diversas partes do mundo 6, só não tendo sido pior aqui no Brasil por ação da Igreja Católica que se preparou para isso nos anos anteriores neutralizando 7 vários nefilins 8 e 9  antes de uma intervenção divina 10.

As mudanças ocorridas na estrutura da Igreja Católica no Brasil na década de noventa 11 faziam parte da estratégia desenvolvida por aqueles dois pontífices de evitar que ocorresse por aqui desastres como ocorreram em outras partes do mundo onde a Igreja por ter pouca penetração tinha dificuldades de atuar — as grandes catástrofes ocorreram fora das regiões cristãs.

Os bispos nomeados tiveram aproximadamente um ano e meio para tentar localizar e neutralizar os nefilins que a Santa Sé sabia que estavam naquelas regiões. Infelizmente, no caso de Itu, Dom Amaury Castanho não obteve êxito, ao contrário de seus outros colegas, e a ação divina não pode ser evitada.

Cheguei ao local onde ele pediu para que o levasse e ele marcou para a semana seguinte um novo encontro onde me passaria mais dados sobre como tudo aconteceu.

  1. uma introdução ao caso,
  2. parte, o dinheiro sumiu,
  3. parte, uma história difícil de acreditar,
  4. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  5. parte, o católico de Jundiaí,
  6. parte, os nefilins existem,
  7. parte, o bispo de Itu.
  8. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.
  1. Gênesis 6:1-4 e Judas 1: 6;
  2. Elioud - Eljo - benê-hâ'elôhîm;
  3. Livro de Enoque – apêndice da versão grega onde são descritas as três raças dos filhos ilegítimos dos anjos;
  4. Asael - Azazel - עזאזל;
  5. O mais devastador Tornado já registrado em solo brasileiro;
  6. Em 1991 foram 292 desastres naturais registrados em todo o mundo, o dobro dos anos de 1990 e 1992;
  7. Repetidas vezes durante ele repetiu essa palavra “neutralizar” para designar o objetivo do grupo em relação aos eliouds, tentei repetidamente que ele definisse o que era “neutralizar um nefilim”, mas não obtive resposta;
  8. Existem divergências quanto a denominação dos descendentes dos anjos caídos, no entanto aqui optamos por seguir aquele utilizado pelos membros deste grupo, que sempre se referiam a eles como nefilins;
  9. Nefilim - nepîlîm - נְפִלנ ְפִיל
  10. Livro de Enoque 10: 13; e
  11. Um ano e meio antes do cataclismo houve a divisão da Cúria Metropolitana de São Paulo (São Miguel Paulista, Osasco, Campo Limpo e Santo Amaro)e a nomeação de Dom Amaury Castanho como coadjutor na Diocese de Jundiaí.

O homem desaparecido e a Mitra Diocesana de Jundiaí.



A visita à Cúria de Jundiaí foi muito mais estranha eu imaginei que seria quando segui o conselho daquela senhora e fui até lá para tentar esclarecer o desaparecimento do vigia do Condomínio Terras de São José de Itu.

Já de início o local me surpreendeu, pois imaginava encontrar uma igreja ou prédio centenário, mas era um edifício asséptico mais parecendo uma escola.

Na recepção que mais parecia ser de uma clínica particular, pedi para falar com a determinada pessoa pois eu estava escrevendo uma matéria sobre o vendaval de 1991.

Aguardei por muito tempo até que um funcionário tão asséptico quanto o prédio me conduziu a uma sala do lado direito de um corredor que saía a direita daquele saguão, onde fui acomodado em uma mesa de leitura sem nenhuma palavra e convidado a aguardar.

Acreditei que a pessoa a qual havia solicitado para conversar viria falar comigo, se bem que eu preferia sumir dali antes de vê-lo, pois aquele local mais parecia uma sala de interrogatório de delegacia de polícia ou para visita de presos de filme americano do que um ambiente religioso.

Surpreendentemente me volta muito tempo depois o mesmo funcionário com o segundo volume do Livro Tombo da Igreja Nossa Senhora da Candelária de Itu.

Estranho? Ficaria pior!

Me entregando a obra, passou a falar de como eu tinha sorte de poder folhear aquele documento, pois se fosse na Cúria de São Paulo, eu teria que fazer por escrito meu questionamento, pagar uma taxa, e tempos depois alguém daria uma resposta, e blá, blá, blá, até que saiu da sala sem mais nem menos.

Não entendi nada!
Estaríamos falando a mesma língua?
Seria ele um ser
kafkiano?

Procurei por algo nas ilegíveis páginas daquele livro, mas nada encontrei que explicasse o que estava acontecendo, então esperei, esperei, esperei… e como o tal funcionário não dava sinais de vida e eu já estava muito puto da vida, perdi a paciência, saí da sala, passei pelo saguão e saí do prédio sem que ninguém desse a mínima atenção para mim. Nunca me senti assim, invisível, era como se eu nem estivesse ali.

Havia deixado meu fusca verde ao lado do edifício de quatro andares que fica na rua lateral, e ao chegar no carro um senhor moreno magro, camisa salmão e calças pretas, me perguntou se havia sido eu quem procurara por tal pessoa, e quando confirmei, ele me disse que havia eu fora imprudente e deselegante aparecendo daquela forma falando sobre o tornado de Itu de 1991, mas que tal pessoa me encontraria em quinze minutos no ponto de ônibus em frente ao Santuário Diocesano Nossa Senhora Aparecida no Jardim Guarani, aí ele virou as costas e foi embora.

Eu não gosto de escrever esse tipo de palavra, é mais cara do Carlota do Jornal Notícias Populares de Itu, mas dessa vez terei que abrir uma exceção: QUE SACO! — se bem que ele usaria um termo mais pesado.

  1. uma introdução ao caso,
  2. parte, o dinheiro sumiu,
  3. parte, uma história difícil de acreditar,
  4. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  5. parte, o católico de Jundiaí,
  6. parte, os nefilins existem,
  7. parte, o bispo de Itu.
  8. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.

O tornado de Itu foi um fenômeno sobrenatural?



Minha busca pelo dinheiro que veio para a cidade por ocasião do vendaval de 30 de Setembro de 1991 me levou a entrevistar algumas pessoas que vivenciaram aquele sinistro, mas a conversa que tive com uma moradora de uma chácara, mudou meu foco e me mostrou um mundo diferente de tudo o que eu conhecia e acreditava.

Eu simplesmente esperava que a senhora me respondesse se havia ou não recebido a grana da indenização, mas não foi isso que aconteceu, ela me disse que eu não havia entendido o que de fato havia ocorrido naquele dia, e que eu nada poderia fazer a respeito, pois tudo já havia sido há muito previsto.

Acreditei que estivesse falando a respeito do desvio das verbas, mas não era isso, segundo ela algo muito maior e mais importante havia acontecido ali e que eu, assim como a maioria das pessoas fomos levados a não ver apesar de ter sido algo tão evidente, e tudo se ligaria ao desaparecimento do vigilante do Condomínio Terras de São José que teria sido arrebatado pelo vendaval.

A conversa novamente passou a me interessar, qualquer fato sobre esse caso poderia esclarecer de vez se a história era mito ou realidade, mas ao mesmo tempo ela dizia que o que me diria estava acima de minha compreensão que se de fato quisesse saber a verdade teria que procurar outras pessoas para poder confirmar a história que ela iria me contar.

Segundo ela o nome do vigia não era importante, mas que eu teria problemas se citasse o nome de seu pai, pois ele seria filho ilegítimo de uma autoridade que na época tinha grande influência na cidade, e que pouquíssimos sabiam que eles eram descendentes 1 de Azazel 2 e 3 .

O Dilúvio teria deixado para traz alguns nefilins 4 e 5 que viviam entre nós como pessoas aparentemente comuns até dia em que esse vigilante completou seu quinquagésimo aniversário e foi arrebatado e morto durante o vendaval 6 e 7.

A senhora me disse nada mais me diria e se eu quisesse saber mais sobre o caso deveria ir à Cúria de Jundiaí procurar uma pessoa que poderia me esclarecer mais sobre o caso.

Titubeei muito antes de tomar coragem de seguir à Jundiaí, fui, mas não sei se de fato não preferia ter deixado de ir, pois o que me foi dito lá, talvez eu preferia não ter ouvido.

  1. uma introdução ao caso,
  2. parte, o dinheiro sumiu,
  3. parte, uma história difícil de acreditar,
  4. parte, a estranha visita a Mitra Diocesana,
  5. parte, o católico de Jundiaí,
  6. parte, os nefilins existem,
  7. parte, o bispo de Itu.
  8. Nesse eu só falo das críticas que sofri e relato algumas matérias que foram publicadas na época pelo Jornal Federação.
  1. Gênesis 6: 1-4;
  2. Asael - Azazel - עזאזל ;
  3.  Elioud - Eljo - benê-hâ'elôhîm;
  4. Nefilim - nepîlîm -  נְפִלנ ְפִיל ;
  5. Livro de Enoque – apêndice da versão grega onde são descritas as três raças dos filhos ilegítimos dos anjos;
  6. Livro dos Números 36: 4; e
  7. Livro de Enoque 10: 13.

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