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Mostrando postagens de Maio, 2018

PCC e caminhoneiros — FALSO SALVE GERAL

Está correndo nas redes sociais um suposto Salve da facção Primeiro Comando da Capital, PCC 1533, constando a assinatura do Geral dos Estados e Países, onde estaria conclamando os membros da facção à botar terror como apoio à greve dos caminhoneiros.

A facção paulista não se envolve em questões políticas — sua luta é contra a opressão do Sistema Carcerário. Todo ato de terrorismo e vandalismo é repudiado pela facção por prejudicar apopulação.

O movimento dos caminhoneiros é uma manifestação legítima de indignação contra os abusos cometido pelo governo, e está tendo apoio público.

Cabe ao governo resolver essa questão que eles mesmos criaram, no entanto aqueles que se encontram dentro do Sistema Prisional, não podem ser ainda mais sacrificados do que já são.

Se alguém quer usar o Primeiro Comando da Capital como desculpa para o uso da força contra os caminhoneiros, deve procurar outro culpado.

Bem, foi mais ou menos isso, só que com outras palavras que afirmou o Geral do MGI —em caso…

A imprensa e o Primer Comando de la Capital

Bordoada seca em mim, que não deveria merecer Ninguém sente mais pena que eu sinto de você, que padece lendo este artigo. Ninguém sofre mais do que eu sofro ao perceber que, por algum infortúnio, você acabou neste palavreiro tedioso. Por isso peço a você que leia apenas o próximo parágrafo e deixe este site...

É mais ou menos assim que em 1920, Rui Barbosa começa seu discurso de 37 páginas intitulado A imprensa e o dever da verdade, cuja estrutura utilizo por culpa de Valeria e de Márcio, que chamaram minha atenção para o tema: a verdade da imprensa e o PCC

Perceba, não é de meu gosto dar canseira, escrevendo palavras vãs, quando se poderia chegar diretamente ao ponto, mas só assim posso apresentar como se deve o artigo El grupo más temido de Brasil ya aspira a controlar el narcotráfico de América Latina.

A repórter Valeria Saccone me colocou entre o cutelo e a parede com a publicação desse artigo no periódico espanhol El Confidencial. Senti como se minhas posses fossem-me retirada…

O Governo perdeu o controle dos presídios?

A revolta dos Guardiões do Estado (GDE 745) É fácil ficar berrando que não se negocia com preso, mas Anália e Wellington já haviam avisado: a coisa não é bem assim.

Com doze agentes penitenciários para gerir mais de mil cativos na Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (PIRC), o Estado deveria se colocar em seu lugar, e fazer o que tem feito desde os tempos da Colônia: garantir a governabilidade através da negociação.

No entanto, o governo preferiu pagar para ver, endureceu as regras, e os aliados do Primeiro Comando da Capital, a facção cearense Guardiões do Estado, mandaram um recado: “devagar com o andor que o santo é de barro!”, e atacaram prédios públicos no Cariri, em Juazeiro do Norte.

A polícia prendeu alguns dos integrantes da facção GDE 745 que participaram da ação, mas o prejuízo para os cofres públicos, a sensação de insegurança transmitida para a população, a impunidade dos líderes criminosos e a impotência do Estado ficaram.
O que você sabe sobre o controle do E…