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Mostrando postagens de Setembro, 2018

PCC um filho indesejado da PM-SP

O PCC 1533 como fruto de uma intensa emoção O Primeiro Comando da Capital é um filho nascido de um estupro coletivo praticado por policiais militares do estado de São Paulo. Podia ver nos olhos daqueles policiais que estavam prestes a entrar no Carandiru as pupilas dilatadas por uma mistura de medo, excitação e ódio. Podia sentir naqueles militares os tonéis de adrenalina sendo derramados no sangue que jorrava como cascata pelas veias – um prazer quase sexual: Foi algo tão forte e tão excitante que por alguns segundos dessa forte emoção aqueles homens trocaram suas carreiras, a vida de 111 homens e a segurança de toda uma sociedade. Onde citei neste site Polícia Militar → ۞ Penetrando com violência – um estupro coletivo Aqueles policiais agiram como quaisquer outros homens teriam agido na mesma situação – todos participaram, e nunca saberemos com certeza quem é o pai da criança: “[…] o diretor tentou convencer a Polícia Militar para que ele pudesse tentar negociar com os

A pacificação do PCC em São Paulo

A pacificação do PCC em São Paulo A facção paulista, o delegado e o investipol Juro que vi uma discussão entre um delegado de polícia e um investigador: — Há alguns anos esse estado estava se afundando em homicídios, em 1999 foram quase 19.400 pessoas mortas no estado de São Paulo, em 2017 esse número baixou para 4.300 . Deixaram de morrer 15.100 pessoas só no ano passado! E isso aconteceu porque o PCC assumiu o controle do crime no estado! – afirma, irritado, o delegado. — Eu não vou entregar a cidade para o crime organizado, não importa o que os números digam! – retruca o investipol. — E seus colegas? Quantos deles foram alvejados no ano passado? Nos ataques de 2005 o PCC matou 45 policiais em apenas alguns dias Em 1999, só em serviço foram 44 policiais mortos . No ano passado, já com a pacificação, apenas 11 colegas foram mortos. Em um único ano foram 33 policiais que deixaram de morrer nas mãos dos criminosos, voltaram para casa e continuaram com suas vidas e com suas famí

O cangaço de Lampião e Marcola do PCC

Quando chegavam, eles chegavam em uma comunidade, aqueles jovens, aqueles adolescentes, sem nenhuma perspectiva de vida, que muitas vezes não tinham nem o que comer, viam aquele bando de homens com armas e roupas imponentes. Aquela visão impressionava, e muitos desses garotos passavam a desejar para si aquela vida para poder ter esse mesmo tipo de acesso a coisas que eles jamais teriam. Esse trecho do “ Temacast Lampião ” poderia estar se referindo tanto ao bando de Lampião quanto a um grupo de criminosos de hoje nas favelas e comunidades carentes brasileiras. O Temacast, o cangaço e a facção PCC 1533 O Primeiro Comando da Capital é fruto de nosso tempo, mas não tem como não notar as semelhanças entre esse fenômeno criminal e a era de ouro do cangaço ao ouvir o podcast “Lampião”, do canal Temacast. Lampião (…) cria um próprio poder paralelo, por isso que comparam a ele com os traficantes atuais, por que não existe ausência de poder (...) onde o governo não chega, alguém vai

Contratando um matador de aluguel do PCC

Conselho: não seja enganado pelo nome PCC Talvez você, assim como Aline, já tenha sido enganado por alguém que utilizou o nome do Primeiro Comando da Capital , a poderosa organização criminosa paulista. Acontece. Pensei em vir dizer a você algo assim: cuidado, não se engane, muitos utilizam o nome da facção para enganar, mas aí, Ricardo Araújo Pereira me mostrou o absurdo que seria isso. É mais ou menos como dizer a uma pessoa que está nervosa para ficar calma; ora, ninguém fica nervoso ou cai em um golpe porque quer, e Aline, Wagner, eu e você podemos ficar nervosos ou cair em golpes. Por isso venho aqui contar dois casos, um que foi me narrado por Aline e outro que acompanhei pessoalmente. Em ambos os casos um golpe foi armado e o nome da facção paulista foi usada para impor força e respeito. Onde citei neste site sobre os métodos, usos e costumes do PCC → ۞ Contratando um assassino de aluguel Aline resolveu matar a pessoa que a estava ameaçando, mas, não sendo uma mulher