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Mostrando postagens de Outubro, 2018

ASPEN – agente penitenciário é polícia?

PCCs e PMs vs. ASPENs Os facciosos da organização criminosa Primeiro Comando da Capital e os integrantes da Polícia Militar sabem quem são e para onde vão. Agora, será que você, eu e os ASPENs temos tanta certeza de quem somos e de qual é nosso objetivo? Essa não é uma pergunta meramente filosófica, mas prática, afinal se você não sabe quem você é, não tem como saber qual o melhor caminho para alcançar ao seu objetivo. Iguais porém diferentes, por dentro e por fora. Todos que trabalham nos presídios são iguais – pelo menos é assim que parece para quem apenas vê os agentes penitenciários pela telinha do celular ou da tv quando estes são feitos reféns por amotinados ou entram em greve; nada poderia ser mais enganoso. Se você é uma dessas pessoas, Victor Neiva Oliveira pode lhe contar com detalhes como se dividem os profissionais prisionais: os agentes de linha de frente, os GIRs, os GITs, os SOEs, os COPEs... … mas, principalmente, como essas pessoas se veem – apesar de

Deus e o Estado Vs. Primeiro Comando PCC

Nem direita e nem esquerda, só Deus na causa! O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o caos na Segurança Pública são consequências do governo: de Direita: por meio do Regime Militar e da política da Rota na Rua, que criaram um ambiente favorável à intelectualização do crime, sem a qual o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho (CV) não existiriam; de Centro: por meio dos governos do PSDB de Mário Covas e Geraldo Alckmin, que possibilitaram a hegemonia do PCC em São Paulo e o fortalecimento dos negócios da facção dentro e fora dos presídios; e de Esquerda: por meio dos governos do Partido dos Trabalhadores , de Lula e Dilma, que permitiram a proliferação da facção paulista por todos os estados da nação, levando-os a ampliar seus negócios para fora do país. E ESSA HISTÓRIA COMEÇA ASSIM: “Uma carta saiu de um presídio. Quem a recebeu odiava profundamente as forças opressoras do governo. Ele já havia sido preso e estava pronto para lutar contra o jugo do opressor – ag

Os PMs, o PCC 1533 e o comunismo

PCC 1533 e PM: jamais mornos Existe algo em comum entre os integrantes do Primeiro Comando da Capital e da Polícia ? Sei que você, assim como eu, sabe a resposta. Gilberto e Dequex me apresentaram ao Antonio, que me respondeu algo mais ou menos assim: Odeio os indiferentes. “Viver significa tomar partido”. Indiferença é parasitismo e covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes. A indiferença é o fosso que circunda a cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas e o peito dos seus guerreiros, porque engole nos seus sorvedouros de lama aqueles que bravamente pretendem lutar. Odeio os indiferentes também porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Qualquer coisa que aconteça não será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim ao sacrifício daqueles que lutam. Os indiferentes os são mornos: nem quentes e nem frios. Os indiferentes são aqueles que ficam à janela a olhar enquanto um pequeno grupo de guerreiros imola-se no sacrifício. Os indifer

O PCC, Marighella e a Teoria da Dependência

O Primeiro Comando da Capital e Carlos Marighella Eu gostaria de fazer uma dupla dedicatória: Primeiro: em memória dos heróicos combatentes e guerrilheiros urbanos que caíram nas mãos dos assassinos da polícia militar, instrumentos odiados do repressor sistema de injustiça que existe em nosso país. Temos que permanecer unidos e organizados para evitarmos que ocorra novamente um massacre, semelhante ou pior ao ocorrido na Casa de Detenção em 2 de outubro de 1992, onde 111 presos foram covardemente assassinados, massacre este que jamais será apagado dos nossos corações e da consciência da sociedade brasileira. Segundo: aos bravos homens e mulheres aprisionados em calabouços medievais do governo brasileiro e sujeitos a torturas que se igualam ou superam os horrendos crimes cometidos pelos nazistas. A cada camarada que se oponha a esse sistema criminal e que deseje resistir fazendo alguma coisa, mesmo que seja uma pequena tarefa, eu desejo que seja firme em sua decisão. Não pode